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AÇÃO QUE PROMOVE O APRENDIZADO DE LINGUAGEM DE MÁQUINA E ROBÓTICA EM ESCOLAS PÚBLICAS

RoboLab é uma proposta educacional de pensamento computacional e robótica adequada ao currículo regular da rede pública de ensino e realizada por meio do uso de dispositivos conectados a uma rede de internet de alta velocidade.

O percurso do projeto pode ser dividido em quatro etapas principais:

  1. Adequação das salas de aula e doação de equipamentos: as escolas inscritas recebem um laboratório RoboLab, com novas instalações, kits de robótica, projetores, laptops conectados com modems e planos de dados 4G.
  2. Formação de professores: três professores por escola, incluindo coordenador, participam de oficinas sobre pensamento computacional e robótica.
  3. Formação de alunos: os professores formados pelo projeto se tornam multiplicadores e passam a realizar oficinas em suas escolas utilizando a metodologia de Aprendizagem Baseada em Problemas (Problem Based Learning).
  4. Feira de Tecnologia: os melhores protótipos de robótica de cada escola desenvolvidos pelos alunos ao longo do ano são selecionados para participar da Feira, na qual são premiados os vencedores.

O Instituto TIM fornece toda a conectividade às escolas participantes do projeto.

Robolab é uma iniciativa da Qualcomm em parceria com o Instituto TIM e a Associação Grupo + Unidos , em colaboração com a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo e que conta com o apoio pedagógico do Instituto Crescer.

Visite o site do RoboLab para saber mais sobre a iniciativa

 

 

 

QUAL É O CENÁRIO EM QUE O PROJETO SE INSERE?

Quando o assunto é conectividade, as instituições públicas de Ensino Básico ainda têm muito a avançar no Brasil. Segundo a Pesquisa sobre o uso das Tecnologias de Informação e Comunicação nas escolas brasileiras (TIC Educação) de 2016, apenas 4% das escolas públicas contam com mais de 20 Mbps de internet, o valor mínimo recomendado para uso pedagógico. Já o Censo Escolar/INEP 2017 mostra que apenas 62% da rede pública possui acesso à internet e 49%, à banda larga. Isso em um cenário em que a vasta maioria das crianças e adolescentes estudam em escolas públicas – 82% do total de 48,8 milhões de alunos e alunas do país. Ao mesmo tempo, o avanço das novas tecnologias cresce em escala exponencial.

Para que as ferramentas digitais sirvam como elementos de redução – e não amplificação – das desigualdades, é necessário universalizar o acesso às tecnologias, conectando as salas de aula, e levar conteúdo que faça a diferença na carreira e na vida dos jovens da escola pública, despertando também seu interesse por matemática, ciências e tecnologia.

 

 

LINHA DO TEMPO

2018

  • Projeto piloto realizado em São Paulo-SP
  • 10 escolas participantes
  • 525 alunos e 30 professores envolvidos
  • 12 oficinas de capacitação para professores realizadas
  • 228 oficinas de formação para alunos realizadas