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Mapas Culturais é um software livre para mapeamento colaborativo e gestão da cultura que contribui tanto para qualificar a gestão pública, ao promover mais eficiência, quanto para a sua atualização frente às novas Tecnologias da Informação e Comunicação. O sistema é alimentado de duas formas: pelo poder público, que insere na plataforma informações sobre os equipamentos culturais, programações oficiais, editais, etc.; e pela população em geral, que se cadastra como agente de cultura (individual ou coletivo) e pode divulgar suas próprias programações.

Em paralelo à lógica descentralizada na publicação de dados está a gestão hierárquica – os gestores de cultura têm a possibilidade de mediar as relações, contatos e publicação de informações realizadas na plataforma, estimular as trocas e resolver os desafios que surgirem. A ferramenta incorpora nos processos públicos as lógicas do software livre, da colaboração, da descentralização, do uso de dados abertos e da transparência. Além disso, fortalece o Plano Nacional de Cultura, pois contribui para o cumprimento e acompanhamento de algumas de suas metas (como por exemplo as metas 2, 3 e 8) e das metas dos planos estaduais e municipais.

 

 

 

Em outubro de 2015, Mapas Culturais foi adotado pelo Sistema Nacional de Informações e Indicadores Culturais (SNIIC), o que permite a integração dos sistemas. O Ministério da Cultura, por meio da Coordenação Geral de Monitoramento de Informações Culturais, oferece suporte a estados e municípios que desejam implementar Mapas Culturais. Este apoio se dá por meio da oferta de infraestrutura tecnológica e material de apoio e de formação a distância. A iniciativa é fruto de uma parceria entre o Instituto TIM e o MinC e resultou na criação de quatro plataformas a partir do software Mapas Culturais: a plataforma da Rede Cultura Viva, que reúne dados e endereços dos Pontos de Cultura; o mapa Museus BR, maior plataforma de informações sobre os museus do Brasil; o Mapa das Bibliotecas, mapeamento do Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas; e o Mapa da Cultura, que integra os dados das três plataformas e do SNIIC.

Ministério da Cultura

Mapa da Cultura

Cultura Viva

Rede Cultura Viva

Museus BR – Ministério da Cultura

Museus BR

Mapa das Bibliotecas – Ministério da Cultura

Mapa das Bibliotecas

 

Mapas Culturais foi criado em parceria com a Secretaria de Cultura do Município de São Paulo, o primeiro a adotar a plataforma (SP Cultura). Atualmente, o sistema também está em operação nos estados do Ceará (Mapa Cultural do Ceará), Rio Grande do Sul (Cultura RS), Tocantins (Mapa Cultural do Tocantins), Mato Grosso (Cultura MT), São Paulo (SP Estado da Cultura) e Espírito Santo (Mapa Cultural ES), no Distrito Federal (Mapa nas Nuvens) e nos municípios de Sobral-CE (Sobral Cultura), Blumenau-SC (Blumenau Mais Cultura), São José dos Campos-SP (Lugares da Cultura), João Pessoa-PB (JP Cultura), Santo André-SP (CulturAZ), Belo Horizonte-MG (Mapa Cultural BH), Ubatuba-SP (Mapa Cultural de Ubatuba) e Parnaíba-PI (Territori1), além dos municípios da Associação de Municípios do Nordeste de Santa Catarina – AMUNESC (AMUNESC Cultural).

SP Cultura - São Paulo (SP)

SP Cultura – São Paulo (SP)

Cultura RS - Rio Grande do Sul

Cultura RS – Rio Grande do Sul

Mapa Cultural do Tocantins – Tocantins

Mapa Cultural do Tocantins – Tocantins

Mapa Cultural do Ceará - Ceará

Mapa Cultural do Ceará – Ceará

Lugares da Cultura - São José dos Campos (SP)

Lugares da Cultura – São José dos Campos (SP)

Blumenau Mais Cultura - Blumenau (SC)

Blumenau Mais Cultura – Blumenau (SC)

Sobral Cultura - Sobral (CE)

Sobral Cultura – Sobral (CE)

João Pessoa

JP Cultura – João Pessoa (PB)

CulturAZ - Santo André (SP)

CulturAZ – Santo André (SP)

SP Estado da Cultura – São Paulo

Cultura MT – Mato Grosso

Mapa Cultural BH – Belo Horizonte (MG)

Mapa Cultural BH – Belo Horizonte (MG)

Distrito Federal

Mapa nas Nuvens – Distrito Federal

Mapa Cultural de Ubatuba

Mapa Cultural de Ubatuba (SP)

parnaiba

Territori1 – Parnaíba (PI)

Amunesc Cultural

Amunesc Cultural (SC)

espirito-santo

Mapa Cultural ES – Espírito Santo

 

Do ponto de vista da gestão, o sistema possibilita um melhor planejamento das ações dos gestores públicos culturais, o monitoramento e avaliação mais precisos das políticas públicas e o fortalecimento de processos de articulação local e territorialização das ações. A reunião de dados sobre produção cultural possibilita gerar indicadores capazes de balizar políticas públicas eficientes e de qualidade. Como a coleta de dados é colaborativa, as informações passam por um processo de constante atualização.

Do ponto de vista da comunicação, Mapas Culturais fortalece o acesso à informação pública, como ferramenta que agrega dados de agentes, espaços, eventos e projetos culturais; divulga ao cidadão informações sobre a agenda cultural da cidade (tanto em relação a eventos oficiais quanto a não oficiais); e amplia a possibilidade de troca de informações e comunicação com os agentes culturais – afinal, abre-se uma via entre eles e os gestores. É uma forma de criar um canal constante de construção coletiva de políticas, consultando e interagindo o tempo todo com os agentes, e facilitar a comunicação entre agentes culturais e público.

Os estados e municípios que adotam Mapas Culturais formam uma rede de gestores públicos na qual a tecnologia e a política dialogam. Eles são capacitados para o uso da tecnologia e têm à disposição manuais de procedimento da plataforma. As prefeituras e estados da rede trocam experiências, conversam sobre melhorias e novos usos e se apoiam mutuamente. Dentro de cada governo, as secretarias envolvidas dialogam, em um processo intersetorial e transversal.

 

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