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Um dia para falar sobre inovação e conhecer propostas e projetos inovadores. Assim foi a Feira de Investimentos Academic Working Capital 2019, na qual os participantes do programa puderam apresentar suas soluções e propostas de valor já formatadas ao mercado. O evento, que marca o encerramento da 5ª edição de AWC, aconteceu no Cubo Itaú, em São Paulo-SP, e reuniu dezenas de investidores, empresários e especialistas em empreendedorismo.

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Na abertura, o coordenador estratégico de AWC, Diogo Dutra, lembrou que mais de 400 estudantes de 12 estados já participaram do programa, criando pelo menos 30 empresas de base tecnológica. O coordenador-geral de AWC, professor Marcos Barreto, explicou que a mudança que o programa traz para os estudantes se reflete na mudança que os estudantes levam a suas universidades, propagando a ideia de que é possível empreender na graduação e, dessa forma, mudando o espírito das universidades.

O representante do Instituto TIM, Marcio Lino, comentou que AWC mostra, por meio do empreendedorismo universitário, que a semente da inovação não precisa ficar dentro da universidade. “A criatividade por si só não gera inovação, ela precisa de método para criar inovação, e o que a gente faz nesse programa é exatamente dar um método”, resumiu, ao anunciar que o programa continua em 2020 com a 6ª edição. Representante do Ministério de Ciências, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), a professora Regiane Romano defendeu a integração entre governo, academia e iniciativa privada. “Não percam esse negócio de gostar da inovação, de gostar de aprender a aprender, não se cansem de buscar conhecimento”, aconselhou.

 

Das 18 equipes que chegaram até a etapa final de AWC 2019, cinco foram escolhidas para fazer pitches na Feira: GAIA Greentech, que propõe uma alternativa para o descarte de lixo eletrônico; InSite, solução que otimiza processos na construção civil; CPS (Cloud Predictive Solution), tecnologia focada na prevenção de falhas por meio de análise de dados; ThinkMilk, solução tecnológica que auxilia o produtor de leite no combate à mastite; e Clara, robô que aumenta a precisão e reduz riscos em cirurgias de laparoscopia.

Cada representante teve 5 minutos para apresentar a startup e mais 5 minutos para ouvir a banca avaliadora, formada por Célia Kano, diretora de operações da Rede Mulher Empreendedora, Alexandre Castanheira, investidor da FEA Angels e CEO da Oito Consultoria Jurídica, e Rubens Approbato, cofundador da Poli Angels e Poli Start. Os especialistas fizeram comentários, perguntas, deram dicas, criticaram e ofereceram conselhos. “As soluções apresentadas de fato resolvem problemas crônicos da sociedade, então são extremamente importantes”, opinou Regiane Romano, do MCTIC. “Eu tenho certeza que muitos aqui vão poder colocar isso no mercado, sair da parte de protótipo pra de fato virar um produto.”

 

Após os pitches, os convidados puderam visitar os estandes de cada startup na feira aberta. Além dos participantes de 2019, havia cinco empresas criadas em edições anteriores de AWC: Aqualuz (2018), NextCam (2018), Casoca (2018), Kartado/Road Labs (2017), STEMblox (2017) e E-lastic/E-sporte (2016). Os já empresários João Fornari, da Kartado; João Macedo, da E-lastic; Mariana Ribeiro, da Casoca; Adriano Peniche dos Santos, da NextCam; Benjamin Teng Lin, da STEMblox; e Anna Luísa Beserra e Letícia Nunes Bezerra, da Aqualuz, também participaram do painel que encerrou a Feira, contando sobre os desafios e aprendizados que estão enfrentando no mercado e em que estágio estão hoje.

 

 

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