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O experimento que vai viajar até a Estação Espacial Internacional (ISS) representando o Brasil no ciclo Garatéa-ISS 2019/2020 vem de Sorriso-MT. O projeto “A influência da microgravidade sobre a degradação de lactose e o desenvolvimento de bactérias da flora intestinal”, dos alunos Eduardo Felipe Pagnan Vieira, Karine Gabriella Ascoli e Larissa de Oliveira Paes, do 2º ano do Ensino Médio do Colégio Regina Coeli, é o grande vencedor do programa neste ano. Patrocinado pelo Instituto TIM e realizado pela Missão Garatéa, Garatéa-ISS incentiva a educação científica espacial promovendo a participação de estudantes brasileiros no programa Student Spaceflight Experiments (SSEP), que leva experimentos de jovens de vários países à ISS.

Participaram da competição 89 projetos científicos, realizados por mais de 2.800 alunos de 70 escolas. Os professores inscritos no programa reberam materiais didáticos e acesso a formações online a fim de orientar seus alunos na elaboração dos projetos. Cada escola escolheu um experimento para ser seu represenante. Desses, foram escolhidos três finalistas, que foram enviados aos parceiros do Garatéa-ISS nos Estados Unidos. Representantes do Centro Nacional para Educação Científica para Terra e Espaço (NCESSE), realizador do SSEP, escolheram o melhor dentre os três finalistas.

O experimento de Eduardo, Karine e Larissa pretende testar o comportamento da lactose em um ambiente de microgravidade para compreender a relação entre a degradação deste açúcar no corpo humano e a gravidade. O trabalho também permite visualizar o desenvolvimento na microgravidadedas bactérias probióticas, que participam dos processos nos quais a flora intestinal está envolvida.

A partir de agora, a equipe de Sorriso, que foi orientada pela professora Michele Poleze ao longo do percurso, receberá um kit especial que auxiliará os estudantes a montar o experimento para enviá-lo ao espaço. O projeto deve voar para a ISS entre maio e agosto de 2020 em um foguete da SpaceX, e será operado por astronautas da Agência Espacial Norte-Americana (NASA). Os estudantes também foram convidados a participar de um congresso em Washington, nos Estados Unidos, para expor a acadêmicos e cientistas a ideia que orientou o experimento.

 

 

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