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A plataforma de gestão cultural e mapeamento colaborativo Mapas Culturais, em operação na cidade de São Paulo e que está sendo levada para outros municípios em 2014, faz parte de um movimento que reúne diversas iniciativas de cartografias colaborativas. Além da capital paulista, outras cidades – e grupos – no mundo inteiro estão adotando ferramentas que auxiliam os usuários a encontrar lugares para consumir cultura, contribuindo também para a gestão cultural.

Guelph Cultural Map, plataforma adotada pela prefeitura de Guelph, no Canadá, é um exemplo. Trata-se de um aplicativo semelhante a Mapas Culturais: por meio de um login e senha, os usuários acessam a ferramenta e podem inserir no sistema de mapeamento o que acontece na cidade: eventos, pontos culturais, encontros, projetos culturais, entre outras iniciativas. O projeto começou em 2012, quando um grupo de pessoas envolvidas com cultura inseriu dados culturais na plataforma. Atualmente, os próprios cidadãos que utilizam o aplicativo é que inserem as atualizações.

No Brasil, também há diversas iniciativas de mapeamento colaborativo em andamento. Alguns exemplos são o Skatesquare, no qual skatistas enviam fotos e informações sobre os melhores locais para andar de skate (há locais mapeados em diversas cidades do Brasil); Onde Fui Roubado, no qual cidadãos mapeiam os locais em que foram assaltados, roubados ou furtados nas mais de 544 cidades já registradas; Webdoc Graffiti, projeto multimídia que inclui um mapa dos graffitis distribuídos por São Paulo, os quais podem ser filtrados por região ou por autor; e Mapa da Cachaça, considerado pelo Ministério da Cultural o melhor projeto de mapeamento cultural de 2012, que mapeia as cachaças e alambiques do país, com informações sobre a história de cada bebida, fotos, onde podem ser encontradas e o contato do produtor.

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