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O programa Academic Working Capital foi convidado para participar do 3º Simpósio de Educação Empreendedora, realizado em 27 de outubro pela Escola de Negócios Sebrae-SP Alencar Burti. O professor da USP Marcos Barretto, coordenador acadêmico do programa, fez parte do terceiro painel do evento, que teve como tema “Ecossistema empreendedor – Contribuição das empresas para a educação empreendedora”. O painel também foi composto por Renan Prado, da área de Atração e Seleção do setor de Recursos Humanos da Natura, e mediado por José Marques, consultor da Escola de Negócios do Sebrae-SP.

Marcos falou um pouco de sua experiência como empreendedor e apresentou o programa AWC. Ele comentou sobre reflexões que estão acontecendo no âmbito universitário sobre mudanças nas estruturas curriculares e como isso tem levado a ações de incentivo ao empreendedorismo, como aconteceu com AWC. “Nos cursos tradicionais, onde os currículos estão estruturados, a gente fala muito de análise e pouco de síntese. Isso significa que a gente pensa sobre o que acontece, mas não cria em cima, não sintetiza coisas novas”, afirmou.

O próprio trabalho de conclusão de curso (TCC) não é aproveitado pelos alunos para além da vida acadêmica, segundo o professor. Por isso, a ideia de AWC é oferecer uma experiência diferente para que o estudante possa transformar seu TCC em algo útil, sair dos projetos e fazer, de fato, um produto. Marcos explicou que o ano final da graduação é uma fase decisiva e cheia de incertezas para o aluno, portanto é necessário mostrar que ele pode acreditar em si mesmo e que seu projeto é possível de ser realizado. “Compreender esse momento do jovem é um dos diferenciais do nosso programa.”

Ao ser questionado sobre o que mais o atraiu para trabalhar no programa junto ao Instituto TIM, o professor disse que foi o fato do Instituto TIM entender que AWC é uma iniciativa que se constrói aos poucos, e que não gera resultados de um dia para o outro. Ele destacou ainda a abertura que tem para discutir com a equipe sobre questões relacionadas a como formar melhor os alunos para a vida profissional.

Para Marcos, a participação no simpósio é uma forma de inspirar as instituições de ensino a realizar iniciativas de educação empreendedora. “Ter esse reconhecimento é muito importante porque ajuda as pessoas a entender a mensagem e a proposta do programa e a necessidade que existe da universidade se transformar e educar seus alunos para o empreendedorismo.”

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