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Com centros urbanos cada vez mais populosos em todo o mundo e necessidades de gestão mais complexas, cresce a discussão sobre o conceito de cidades inteligentes. Esse conceito envolve o uso de Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs) para melhorar a eficiência da gestão urbana e a qualidade de vida de seus moradores. Três soluções desenvolvidas pelo Instituto TIM se aplicam a cidades inteligentes: Busca Ativa Escolar, ZUP e Mapas Culturais.

As soluções para cidades inteligentes podem ter a participação dos moradores (caso de Mapas Culturais, em que as plataformas com dados culturais de cidades e estados podem ser alimentadas e acessadas por governos, agentes culturais e cidadãos) ou ser voltadas para uso interno das prefeituras (como a plataforma Busca Ativa Escolar, utilizada por gestores públicos para identificar, registrar e acompanhar casos de crianças e adolescentes fora da escola). A plataforma ZUP pode ser utilizada das duas formas: para registro e controle interno das prefeituras de demandas de zeladoria urbana e inventários e para que os próprios moradores da cidade possam solicitar melhorias por meio do aplicativo.

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Em Boa Vista-RR (foto) e no Rio de Janeiro-RJ, a plataforma ZUP foi utilizada para registrar focos do mosquito Aedes aegypti.

Uma vez que as informações ficam disponíveis aos gestores públicos em um único sistema digital, há a possibilidade de analisar e cruzar dados de maneira muito mais eficiente – envolvendo, inclusive, diferentes setores do governo –, o que permite agilizar e aprimorar a tomada de decisões. A tecnologia e a inovação são ferramentas importantes para a gestão de uma cidade inteligente, mas a sustentabilidade, a intersetorialidade e a inclusão social e digital também são fatores essenciais no planejamento de estratégias e soluções.

Há inúmeros exemplos de soluções para cidades inteligentes em andamento no Brasil e no mundo. O Sistema Inteligente de Mobilidade de Medellín, na Colômbia, utiliza câmeras, sensores e GPS instalados nas ruas, semáforos e ônibus para monitorar o tráfego e a velocidade e ocupação dos ônibus. Os dados gerados também são usados para transmitir informações aos cidadãos por meio de painéis eletrônicos, aplicativos e redes sociais. Tóquio, no Japão, conta com um sistema complexo para prevenção e alerta de terremotos. São 4 mil pontos de controle com sismógrafos e um sistema integrado de comunicação com os cidadãos e monitoramento do trânsito, redes de energia, gás e água e bunkers de sobrevivência. A cidade de Itu-SP tem mais de 3 mil contêineres de coleta seletiva de lixo espalhados pela cidade. Eles são equipados com sensores que avisam quando estão cheios e se precisam de reparos ou substituições, permitindo que a coleta seja realizada de forma mais estratégica.

Confira outros exemplos e saiba mais sobre cidades inteligentes na publicação “Caminho para as smart cities: Da gestão tradicional para a cidade inteligente”, elaborada pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Ela pode ser baixada aqui.

 

 

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