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Duas novas instalações da plataforma Mapas Culturais foram lançadas nos últimos dias: Cultura MT, do estado de Mato Grosso, no dia 19/03; e SP Estado da Cultura, no estado de São Paulo, em 22/03. Os dois estados se juntam a Rio Grande do Sul, Ceará e Tocantins e aos municípios de São Paulo-SP, Sobral-CE, Blumenau-SC, São José dos Campos-SP, João Pessoa-PB e Santo André-SP, que já fazem parte da rede de parceiros de Mapas Culturais.

No Mato Grosso – onde a instalação foi feita de forma autônoma –, o lançamento de Cultura MT fez parte dos eventos de comemoração dos 264 anos do município de Vila Bela da Santíssima Trindade, a primeira capital do estado (durante três dias, o Legislativo e o Executivo do Mato Grosso realizaram suas atividades cotidianos na cidade). O lançamento da plataforma aconteceu no Palácio dos Capitães Generais, com a presença do governador Pedro Taques e do secretário de Estado de Cultura, Leandro Carvalho.

Segundo Pedro Taques e Leandro Carvalho, esse é um bom momento pra lançar um sistema que tem como objetivo mapear a diversidade cultural do estado. De acordo com o secretário de Cultura, o governo está muito animado com a possibilidade de que todos possam contribuir. Em apenas um dia, mais de 90 agentes culturais já haviam se cadastrado na plataforma – o que mostra o quanto a cultura do estado é rica e diversa, segundo Leandro. A expetativa das autoridades mato-grossenses é usar Cultura MT para a gestão, subsidiando políticas públicas de cultura que ultrapassem a realização de eventos.

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No dia 22/03, foi a vez do estado de São Paulo lançar a plataforma SP Estado da Cultura durante o evento Cultura: Transparência 2.0, realizado no salão nobre do prédio da Secretaria de Cultura. Além do secretário Marcelo Mattos Araujo e do presidente do Instituto TIM, Manoel Horacio, mais de 150 pessoas compareceram, entre gestores municipais de cultura, representantes de organizações sociais que administram equipamentos públicos e representantes da sociedade civil.

SP Estado da Cultura foi lançado junto a outras duas iniciativas que têm como objetivo aumentar a transparência, a participação e a capacidade de gestão do governo paulista: o Portal Transparência Cultura, que concentrará números e documentos referentes aos programas da Secretaria; e o LabCult, laboratório que visa colocar em prática novas propostas de políticas públicas, elaboradas a partir de dados objetivos.

Em sua fala, Marcelo Mattos Araujo disse que os três instrumentos são, além de um compromisso com a transparência, uma forma de compartilhar conhecimento com o público. “A questão dos indicadores e da análise de resultados na cultura é um desafio em todo o mundo. Com esses novos instrumentos, estamos melhorando a forma de apresentação dos dados da Secretaria, tanto gerenciais quanto de programação, além de buscar o aprimoramento das políticas públicas culturais”, afirmou.

Manoel Horacio, por sua vez, lembrou que a gestão cultural é uma questão que demanda não só a atenção dos gestores públicos, mas sim, de toda a sociedade. “Mapas Culturais, assim como os demais projetos do Instituto TIM, tem como característica a construção em rede, de forma colaborativa. É por isso que cada parceria estabelecida representa uma nova potência para que possamos cumprir a nossa missão fundadora”, declarou o presidente do Instituto TIM.

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