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A plataforma ZUP RIO, instalação de ZUP (Zeladoria Urbana Participativa) no Rio de Janeiro (RJ), está sendo utilizada em uma ação de combate ao mosquito Aedes aegypti no município. No dia 11 de fevereiro, 126 unidades de saúde municipais fizeram uma mobilização para conscientizar os moradores sobre a importância da prevenção contra focos de proliferação do mosquito, que é transmissor da dengue, zika e chikungunya. Além disso, a data marcou o início de uma série de vistorias que estão sendo realizadas nos bairros com maior incidência do mosquito. Os dados coletados pelos agentes de campo são registrados em ZUP RIO.

Antes, o registro dos dados coletados durante o monitoramento dos focos do mosquito era feito no papel. “Quisemos introduzir uma ferramenta para o agente de campo que contribuísse para o trabalho dele e que utilizasse a tecnologia para a coleta e consolidação das informações”, explica o assessor de Tecnologia do Centro de Operações Rio (COR), Rodrigo Kemel. Além do COR, a ação está sendo organizada pelas secretarias municipais de Saúde, Conservação, Educação e Defesa Civil e pela Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb). Esta é a época de maior proliferação do mosquito Aedes aegypti, devido ao aumento do volume de chuvas.

A escolha de ZUP RIO como ferramenta para essa ação aconteceu com base nas experiências positivas com o uso da plataforma durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016 e na elaboração de um inventário com mais de 1,2 mil monumentos da cidade. “Agora estamos usando a tecnologia para salvar vidas, e ZUP está envolvido nisso”, afirma Rodrigo. Cerca de 15 bairros irão receber a visita dos agentes, que já aprovaram o uso de ZUP RIO. “Além de permitir passar feedbacks em campo, a ferramenta foi extremamente sólida e bem aceita entre os agentes”, conta. Os dados inventariados serão utilizados para planejar ações de combate, monitoramento e conscientização nos pontos mais críticos.

Neste primeiro momento, a ação conta com agentes de campo dos órgãos participantes. Ao longo das próximas semanas, a equipe de vistoria passará a ser composta apenas por agentes de saúde. Durante o primeiro semestre, o objetivo é capacitar todos os agentes de saúde do município para o uso da plataforma. “Inicialmente, o foco é o combate ao mosquito Aedes aegypti, mas queremos ampliar o uso para outras áreas da Secretaria da Saúde. E isso é possível por ser uma ferramenta aberta e customizável”, diz Rodrigo. O assessor de Tecnologia acrescenta que o cenário é bastante promissor e favorável para consolidar o uso de ZUP RIO por toda a Prefeitura do Rio de Janeiro. “A tecnologia está sendo fundamental para atender à população e entender o que está acontecendo na cidade.”

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